O tarô não é sobre prever o futuro.
Ele é uma ferramenta terapêutica que revela o que está oculto na psique.
Integrado à psicanálise, permite acessar não só o inconsciente individual,
mas também o inconsciente coletivo, através dos arquétipos descritos por Carl Jung.
As cartas falam por símbolos, trazendo à tona conteúdos que muitas vezes nem ele mesmo reconhece.
Para o psicanalista, o tarô se torna um recurso potente: facilita a escuta, amplia a percepção e ajuda a decifrar aquilo que ainda não foi dito.
Mais do que respostas, ele revela padrões, emoções e movimentos internos.
Com profundidade.
Com consciência.